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A Índia Portuguesa - Novas Fronteiras Viagens
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A Índia Portuguesa

De Bombaim a Diu, Damão e Goa
Viagens com especialistas / A Índia Portuguesa

A Índia Portuguesa

desde 3155€

por pessoa
29 Mar - 13 Abr 2020
16 dias
Mín. 10 Pessoas

 

Viagem à Índia Portuguesa

 

Esta expedição pretende contar com bastante detalhe a História dos Descobrimentos e do Império Marítimo Português. Destina-se a quem queira conhecer o que foi a Índia Portuguesa, os protagonistas na sua construção e definição, como Vasco da Gama, D. João de Castro, Afonso de Albuquerque, S. Francisco Xavier, e a espécie tão singular de cultura que ali existiu – Indo-Portuguesa – como viveu ao longo dos séculos, como terminou e que herança material e imaterial ali existe ainda.

Quem vai à Índia Portuguesa, hoje, vai conhecer de perto a realidade que nos sobreviveu e que ainda hoje atrai milhares de turistas anualmente: imponentes fortalezas e palácios, fabulosas igrejas onde ainda hoje se vive uma fé tão pujante, resultado também da missionação feita pelo ainda hoje tão venerado S. Francisco Xavier – sepultado em Goa…e, como não podia deixar de ser, praias inesquecíveis, cujo pôr-do-sol nos ficará gravado na alma para sempre.

Visitar a Índia Portuguesa na Páscoa torna-se, portanto, não apenas uma busca cultural, mas uma verdadeira peregrinação!

Ver itinerário

A Índia Portuguesa

desde 3155€

por pessoa

1º dia – 29 março (domingo) – LISBOA | MUMBAI

Este primeiro dia de viagem começa bem cedo, ainda em Lisboa. Apanhamos o voo que deverá fazer escala em Frankfurt e seguimos viagem para Bombaim, onde chegaremos perto da meia-noite.
​Depois de uma viagem longa, vamos querer descansar tranquilamente: o hotel The Orchid, (ou similar) sendo perto do aeroporto, é ideal para retemperar forças e para nos preparar para os fantásticos dias que se seguirão.

2º dia – 30 março (2ª feira) – MUMBAI | DIU

Retemperadas as forças, estamos com mais energia no Império Português na Índia. Depois do pequeno almoço apanharemos o voo para Diu, morada de uma das mais imponentes fortalezas do nosso Império, local onde, em 1509, ocorreu uma das mais importantes batalhas navais na nossa história, que nos permitiu dominar aqueles mares durante o século seguinte.
​Em Diu instalamo-nos no conforto do Radhika Beach Resort, (ou similar) a nossa base, bem perto da impressionante fortaleza.
​Logo nessa tarde daremos um passeio no nosso autocarro pela cidade, onde visitaremos as imponentes Igrejas ainda hoje edificadas e vividas. Diu impressiona pela relevância de tantos factos históricos ali passados.

3º dia – 31 março (3ª feira) – DIU

Para os mais resistentes, o dia começa com o nascer do sol junto à fortaleza: Se se vem de tão longe, vale a pena procurar forças para esta experiência.
Hoje visitamos uma das mais imponentes fortalezas do nosso Império. Tanta história e tão gloriosa que ali está, no interior daquelas muralhas. Tudo será explicado ao detalhe à medida que passeamos até lá.
Ali aconteceram dois terríveis cercos que tanto falam da nossa maneira de estar e pensar a Índia Portuguesa. Foi acerca daquela muralha que o Vice-Rei D. João de Castro disse: “Por cada uma daquelas pedras, entregarei um filho!”. Foi também ali que o Segundo-Tenente Oliveira e Carmo deixou a vida, em 1961, no fim de tudo.
​Da parte da tarde, ainda teremos tempos para pelo famoso bairro dos Baneanes: a nossa presença na Índia começou em muitas ocasiões com uma imposição forçada do nosso poder – eramos tão poucos e tínhamos uma missão tão grandiosa, vindos do outro lado do mundo. No entanto, apaziguadas as relações, a nossa relação com os povos que encontrámos foi-se tornando cada vez melhor: o convívio inter-religioso e inter-racial aconteceu tantas e tantas vezes.
Naquele bairro dos Baneanes percebe-se essa comunhão pacífica: portugueses e mercadores locais conviviam nos mesmos lugares, apesar de tantas diferenças de raiz.
E isto é o extraordinário da nossa presença no nosso Império.
Ao final do dia, os mais resistentes serão desafiados e irem ver o pôr do sol, antes do jantar.

4º dia – 1 abril (4ª feira) – DIU

Esta manhã ​tentaremos apanhar o barco que nos leva ao Panikota, o Fortim do Mar, que fazia ligação defensiva com a fortaleza, em terra, através do fogo cruzado contra embarcações inimigas. Da parte da tarde o programa é livre, com possibilidade de visita a algumas igrejas ou de descanso no hotel.

5º dia – 2 abril (5º feira) – DIU | MUMBAI

Ao final da manhã dirigimo-nos para o aeroporto, para o regresso a Bombaim.
O voo chega ao início da tarde a Bombaim, para o check-in no hotel Taj Presidente Mumbai (ou similar). Este dia poderá ser aproveitado a tomar banho no sossego da piscina, a ler um bom livro, a passear pelas infinitas lojas de rua, onde se vendem as célebres pashminas, ou ainda pelos antiquários dos arredores, dando uma volta a pé através das ruas perto do hotel.

6º dia – 3 de abril (6ª feira) – MUMBAI

O nosso hotel fica perto ao magnífico Portal da Índia. Dali apanharemos um barco que nos leva até Mandwa, onde nos espera o nosso autocarro. Em breve estamos em Chaul.
Chaul foi palco da primeira derrota naval Portuguesa, em 1508, onde morreu o filho do primeiro Vice-rei da Índia, D. Lourenço de Almeida. O pai, D. Francisco de Almeida, vingou friamente a morte do filho e apossou-se daquela terra.
Durante pouco mais de dois séculos os portugueses viveram e morreram naquela região, deixando ali uma impressionante cidade fantasma, que nos convida ao recolhimento e à admiração.
Depois do almoço, no interior da fortaleza, passearemos pelas ruínas e palmares. Do outro lado do rio, encontrou-se no princípio da segunda metade do século XVIII uma povoação, Korlai, na margem do rio oposta às ruínas de Chaul, cuja língua em nada tinha a ver com as línguas locais, que o historiador alemão classificou como português corrupto. Mais tarde um linguista romeno estudou a língua e concluiu que se tratava de um dialeto português semelhante ao “papiá cristang” de Malaca e ao de outras localidades indianas.
A verdade é que já Sebastião Rodolfo Delgado no princípio do século dava conta desse dialeto nos arredores de Chaul. Este dialeto é a língua única deste povo, o que não acontece com os povos luso-asiáticos são bilingues e estão inseridos numa outra comunidade.
A povoação conta com cerca de 900 falantes, no entanto encontra-se ainda por estudar, pois ainda não há nenhum estudo sobre a língua ou sobre os costumes deste povo. A descendência de Korlai resulta da presença de soldados Portugueses que se casaram com as nativas, bem como um pequeno grupo de mulheres de Goa que se casaram com portugueses. Os seus costumes e tradições indicam essa origem e incluem a religião cristã, a celebração de diversas festividades e até músicas populares.

Comparação entre o português e o crioulo de Korlai:
Português - Crioulo de Korlai

Muito obrigado - Muit’obrigad
Eu - Yo
Vós - Wo
Você - Usé
Ele/ela - El
Nós - No
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez - ũ, doy, tre, kwat, sink, sey, set, oyt, nob, dey
Primeiro, Segundo - Primer, Sigun
Toda a gente come e bebe com fartura! Tud gent cumen beben tem fart!

​A meio da tarde, sabe muito bem regressar ao conforto do nosso hotel.

7º dia – 4 de abril (sábado) – MUMBAI | DAMÃO

Hoje o dia é comprido e cheio de história: acordamos e partimos para Baçaim, a duas horas de viagem de autocarro de Bombaim, para Norte.
São raras as cidades urbanisticamente fundadas ou estruturadas pelos portugueses que completaram o seu ciclo de vida, mais ainda se tiveram uma prestação comparativamente relevante. Assim aconteceu com Baçaim, versão portuguesa de Vasai (Baçaim de Cima).

Na prática foram apenas dois séculos (1534‑1739), uma vez que antes e depois da vivência portuguesa a consistência e a relevância urbanas nunca ali coexistiram.
Baçaim é uma gigantesca fortaleza que no seu interior tem uma cidade: D. Baçaim – dizem os livros – dada a importância tão grande para a nossa primeira presença na Índia: foi das cidades mais prósperas, mais autossuficientes, mais nobres que tivemos nos primeiros dois séculos do nosso Império. E o que ainda existe de urbanização reflete essa vida grandiosa.
Ali se percebe que a nossa influência na Índia e naquele povo foi muito mais que meramente comercial: foi o convívio com quem lá vivia, foi a transmissão e partilha da Fé, foram as vidas das famílias que ali nasceram e ali morreram, e que ainda nos comunicam através das majestosas ruínas que hoje ali se vê.
A meio da tarde retomamos viagem em direção a Damão, onde seremos recebidos por um dos mais portugueses dos povos asiáticos: “Nós somos portugueses!”, ouvi-lhes tantas vezes dizer.
Depois da visita ao pequeníssimo Forte de S. Jerónimo, chegamos ao hotel The Gold Beach Resort (ou similar).

8º dia – 5 abril (domingo) – DAMÃO

Durante este dia visitaremos com toda a calma as portuguesíssimas ruas de Damão: largas, desafogadas, ensolaradas. Como acontece sempre que vou a Damão, com toda a certeza seremos abordados por pessoas que nos cumprimentarão por causa da nossa identidade portuguesa.
É uma experiência única conhecer esta gente que nos acolhe de forma tão familiar. São estes pequenos pormenores que nos indicam que, tantos anos depois, estão ali as nossas marcas.
E as Igrejas? Das mais bonitas do Oriente! Visitaremos o Convento Dominicano e Senado, a Igreja Matriz e as Portas do Campo e do Mar, que dão entrada ao Forte de Nossa Senhora da Purificação.
Damão é bonito e tão especial muito por causa da sua ainda tão marcante identidade portuguesa.

9º dia – 6 abril (2ªfeira) – DAMÃO | MUMBAI | GOA

Depois do pequeno almoço, preparamo-nos para a viagem de autocarro para Mumbai. Aí, apanharemos o avião para Goa, um destino fundamental e marcante da nossa expedição.

10º ao 14º dia – 07 a 11 abril (3ª a 6ª feira) – GOA

Aqui passaremos quatro dias de sonho. De facto, Goa, pode ser descrita com ditados: “Quem viu Goa, não precisa de ver Lisboa!”; “Goa, Roma do Oriente”.
Goa é a capital de tudo: por ali se comandou o Estado da Índia, que abarcava tanto mais que apenas a Índia. Ali, todos quiseram viver e estar, fazer comércio e celebrar a Fé, batalhar e ganhar glória. E de tudo isso Goa é ainda herdeira.
Em Goa há ainda vestígios de fortalezas, de tantas e tão imponentes igrejas, de casas tão bonitas, de um Portugal no outro lado do mundo.

E aquele povo tão acolhedor, tão respeitador, tão particular, no meio do que é a confusão da índia. Passados poucos dias, em Goa é fácil sentirmo-nos em casa.
Durante estes dias, será obrigatório ficar a perceber o que era Velha Goa, o que é Nova Goa (ou Pangim), quais são as Igrejas Jesuítas e quais são as Franciscanas, onde é o túmulo de S. Francisco Xavier, o Apóstolo das índias.
Para além da componente cultural, também teremos oportunidade para descansar, para ir à piscina do hotel ou para as praias de Goa – que são um dos destinos turísticos de eleição de tantos indianos e ocidentais.
E, claro, iremos à célebre feira de Anjuna, onde encontraremos a infinita bijutaria e tecidos que nos vão obrigar a outras guerras: as do regatear.
Em Goa, ficaremos hospedados no The Crown, (ou similar) um confortável hotel bem no centro de todo o mundo português - Pangim ou Nova Goa.

15º dia – 12 abril (domingo) – GOA | MUMBAI

Pequeno almoço no hotel. Em hora a combinar transfer ao aeroporto para voo doméstico Goa / Mumbai. Jantar perto do aeroporto de Mumbai.

16º dia – 13 abril (2ª feira) – MUMBAI | LISBOA

Após o jantar do dia 12, formalidades de embarque em voo Lufthansa com destino a Munique (saída as 00h50). Transfer em Munique e voo com destino a Lisboa. Hora prevista de chegada 13h30.

Fim da Viagem.
Ver especialista

Bernardo do Valle de Castro

Historiador

Bernardo de Lima Mayer do Valle de Castro – Casado, pai de três filhos, formado em Direito, é actualmente professor no Colégio de S. Tomás. Interessado numa das fases mais gloriosas da História de Portugal – os Descobrimentos e a nossa presença na Índia – é apaixonado pela Educação e pela Civilização Ocidental.

É criador do site www.indiaportuguesa.com e gestor da página de facebook: “Índia Portuguesa”, para a promoção e divulgação da História da Expansão Portuguesa, e organização de viagens históricas à Índia Portuguesa.

 

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A Índia Portuguesa

desde 3155€

por pessoa

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A Índia Portuguesa

desde 3155€

por pessoa

  • Preços por pessoa
    Mínimo de 10 participantes
  • Base de quarto Duplo
    3155€
  • Suplemento quarto individual
    625€

 

O preço inclui

  • Passagem aérea em classe turística em voo regular da Lufthansa, para percurso Lisboa / Munique/ Mumbai/ Munique / Lisboa, com direito ao transporte de 23 kgs de bagagem;
  • Voos domésticos Mumbai/ Diu/ Mumbai e Mumbai/ Goa/ Mumbai;
  • Acompanhamento do nosso especialista Bernardo Castro durante toda a viagem;
  • Estadia de 14 noites em regime de Meia pensão (desde o 2º até ao 15ºdias);
  • 1 almoço em Goa no Palacio de Deão;
  • Ferry Mumbai/ Mandwa/ Mumbai;
  • Assistência nas chegadas e partidas pelo representante local;
  • Transferes aeroporto /hotel / aeroporto;
  • Excursões e transportes e entradas conforme indicado no programa;
  • Tours em minibus com ar condicionado;Guia acompanhante em Espanhol desde o 1º dia em Mumbai até ao 9º dia;
  • Guia acompanhante em Espanhol em Goa para as visitas mencionadas;
  • Visto de entrada na India;
  • Taxas hoteleiras, serviços e IVA;
  • Taxas de aeroporto, segurança e combustível no valor aprox.de 417,5€ à data de 16.07.2019 (a reconfirmar e atualizar na altura da emissão dos bilhetes);
  • Seguro Multiviagens VIP;

O preço não inclui

  • Extras de caráter particular;
  • Gratificações;
  • Bebidas às refeições;
  • Tudo o que não estiver mencionado como incluído;