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Os Castelos do País de Gales - Novas Fronteiras Viagens
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Os Castelos do País de Gales

Uma viagem com o Historiador José Varandas
Viagens com especialistas / Os Castelos do País de Gales

Os Castelos do País de Gales

desde 2950€

por pessoa
27 Mai - 04 Jun 2023
9 dias
Mín. 15 Pessoas

 

Viagem ao País de Gales

 

O País de Gales ou, simplesmente, Gales, é uma das nações que compõem o Reino Unido. Faz fronteira a Leste com a Inglaterra, e a Norte e a Oeste as suas terras terminam no Mar da Irlanda, sendo limitado no Sul pelo Canal de Bristol. A dados de 2011 a sua população era de 3 063 456 pessoas que viviam numa área de 20 779 km². Tem mais de 2 700 km de linha costeira e desdobra-se sobre um terreno montanhoso, com os seus picos mais altos situados no Norte e no centro, onde se situa o famoso Monte Snowdon, o ponto mais alto do território galês. A sua história é longa. Na terra dos poderosos druidas, os romanos construíram fortes, e deixaram profundas marcas históricas e culturais, e em Caerleon, construíram uma poderosa fortaleza. Gales é uma terra orgulhosa, que nunca foi invadida pelos anglo-saxões, por causa das suas ásperas montanhas, que dificultavam o acesso às terras galesas. Gales permaneceu celta e o seu povo continuou a falar a língua galesa mesmo depois de os elementos célticos das vizinhas Inglaterra e Escócia terem desaparecido. Costuma-se dizer que os galeses têm origem nos bretões celtas depois da retirada romana da Grã-Bretanha no século V, mas a questão é mais profunda. Na Idade Média, a morte do rei Llywelyn ap Gruffudd, em 1282, marcou o início do longo domínio da coroa inglesa sobre as terras de Gales, conquistadas por Eduardo I de Inglaterra. No início do século XV, os galeses sob o comando de Owain Glyndŵr voltaram a ser independentes, mas por pouco tempo. O País de Gales será anexado pela Inglaterra e incorporado ao sistema legal inglês com base nas Leis de Gales de 1535 e 1542. E, desde 1301, o título aplicado ao herdeiro do Reino Unido é o de Príncipe de Gales. Durante o Século XIX, desenvolveram-se várias fações políticas, de onde surgiram movimentos como o do liberalismo galês. O sentimento nacionalista galês aumentou consideravelmente ao longo do século XX, com a criação do Partido Nacionalista Galês em 1925 e a Academia da Língua Galesa, em 1962. Estabelecida pela Lei do Governo do País de Gales de 1998, a sua Assembleia Nacional, tem assumido responsabilidades políticas concretas e definidas. Foi com o despertar da Revolução Industrial, que o desenvolvimento das indústrias mineira e metalúrgica transformou o país, passando de uma sociedade agrícola para uma nação industrial; as explorações da região de South Wales (minas de carvão) causaram uma rápida expansão da população do País de Gales. Dois terços da população habitavam nesta região da Gales do Sul, principalmente à volta de Cardiff, a capital, e em Swansea e Newport. Hoje, que as tradicionais indústrias pesadas estão em completo declínio, a economia galesa depende do sector público, dos serviços e do turismo. Apesar de o País de Gales partilhar a sua história política e social com o resto do Reino Unido, e de a sua  população falar o inglês como primeira língua, o antigo reino mantém uma identidade cultural distinta e é oficialmente bilingue. Mais de 560 000 falantes de galês ali vivem, e a língua é falada por uma maioria da população, sobretudo no Norte e no Oeste. Documentado desde os finais do século XIX, o País de Gales ganhou uma imagem popular de ser uma “terra da canção”, sobretudo devido à antiga tradição conhecida como “eisteddfod”.

 

 

Ver itinerário

Os Castelos do País de Gales

desde 2950€

por pessoa

1º Dia – 27 Maio (sábado) – LISBOA | MANCHESTER | LLANDUDNO

Comparência no aeroporto de Lisboa para formalidades de embarque em voo TAP com destino a Manchester. Saída prevista para as 07h20. Chegada pelas 10h10.

Chegados das terras mais ocidentais do continente europeu a nossa aventura começa quando nos dirigirmos em direção a Chester. Conhecida na língua portuguesa como Céstria (Caer, em galês), esta cidade é a capital do condado inglês de Cheschire e está situada nas margens do rio Dee, muito próxima da fronteira com o País de Gales. Foi fundada como um castro ou fortificação romana, com o nome de Deva Vitoriosa, no ano 79, pela II Legião Adiutrix. As quatro estradas principais de Chester: Eastgate, Northgate, Watergate e Bridge, seguem as antigas vias romanas de há quase 2000 anos. Deva foi uma das três principais bases do exército romano, e, mais tarde, tornou-se um grande povoado na província romana da Britânia. Após a partida dos romanos no século V, os Saxões fortificaram a cidade contra os Viquingues e deram, a Chester, o seu nome atual. Foi, também, uma das últimas cidades da Inglaterra a passar para o controle normando durante a conquista normanda da Inglaterra que se sucedeu à famosa batalha de Hastings, em 1067. Guilherme, o Conquistador, ordenou a construção de um castelo para manter o domínio sobre a cidade e a região próxima à fronteira galesa. Em 1071, Guilherme fez, de Hugh Lorentzen, o primeiro Conde de Chester. Esta cidade tem a reputação de ser a "cidade medieval inglesa por excelência", mas muitos dos seus edifícios são do período vitoriano. Mas os nossos passos seguirão em direção ao centro urbano onde está a catedral. Atualmente pertence à Igreja Anglicana, mas esta bela catedral foi durante a Idade Média um importante mosteiro beneditino dedicado a Santa Verbruga, a padroeira de Chester, que ali está enterrada. Construído entre os séculos X a XVI, este extraordinário edifício foi acompanhando todos os estilos arquitetónicos medievais, e depois do Renascimento continuou a sofrer obras que o alteraram e modificaram – uma caraterística comum a muitas igrejas britânicas e europeias. Ali podemos descobrir, nas suas paredes verticais todos esses diferentes estilos arquitetónicos e processos de construção. Almoço livre.

Chester abre-nos a porta para as terras de Gales, por onde viajaremos em direção a Llanduno, uma pequena localidade banhada pelas águas agitadas do Mar da Irlanda e localizada na península de Creuddyn, onde iremos repousar. Ali se jantará e dormirá no Llandudno Bay Hotel 4**** ou similar.

2º Dia – 28 Maio (domingo) - LLANDUDNO | MINA GREAT ORME | CASTELO DE PENRHYN

Pequeno-almoço no hotel.

A manhã espera-nos para a visita a esta localidade costeira que existe desde a Pré-História, com assentamentos humanos constantes, testemunhas de uma intensa ocupação que se estende desde o promontório que rasga o mar, o Great Orme até ao fim da península de Creuddyn. Das vistas magníficas sobre o mar, empurrados pelo forte vento marítimo, a nossa viagem prossegue, porém, de comboio, em direção às minas de cobre numa magnífica paisagem conhecida como Great Orme. Descobertas em 1987, estas minas representam uma das descobertas arqueológicas mais surpreendentes dos últimos tempos. Datadas desde há cerca de 4000, revelaram-se muito importantes durante a Idade do Bronze, e permitem hoje perceber a sofisticada e evoluída cultura do antigo povo da Grã-Bretanha e da sua sociedade 2000 anos antes da invasão romana. Engenheiros de minas, espeleólogos e arqueólogos têm descoberto, lentamente, mais túneis e grandes áreas da paisagem da superfície que têm vindo a revelar o que agora é considerado a maior mina pré-histórica até agora descoberta no mundo. Almoço em restaurante/pub local durante as visitas.

Das profundezas da pré-história galesa seguimos na direção ao castelo de Penrhyn, uma mansão rural fortificada situada em Llandygai e construída ao estilo de um antigo castelo normando. Os terrenos que circundam o castelo são um belo exemplo do estilo vitoriano, com jardins repletos de espécimes plantados pela rainha Vitória. Dali se regressa a Llandudno, onde nos aguarda o jantar e uma boa noite de repouso no Llandudno Bay Hotel 4**** ou similar.

3º Dia – 29 Maio (2ª feira) LLANDUNO | CONWY | PLAS MAWR | BODNANT GARDEN | LLANDUDNO

Pequeno-almoço no hotel.

Partimos para Conwy logo pela manhã para visitar o castelo desta bela localidade e as suas muralhas. A fortaleza foi construída por ordem do rei Eduardo I de Inglaterra, entre 1283 e 1289, depois da conquista pelas forças inglesas do território de Gales. Por ali também se vislumbra a igreja medieval de Conwy, que está adossada às muralhas desde o século XIV. No entanto, a estrutura mais antiga, que também integra os muros da cidade, no extremo sul do lado leste, é a parede e a torre de um llys (palácio/tribunal) que pertenceu a Llywelyn, o Grande, e ao seu neto Llywelyn ap Gruffydd. Erguida sobre um afloramento rochoso, com torre absidal, é uma construção clássica galesa e destaca-se do resto das muralhas da vila, pela presença de quatro vãos de janelas. Na tradição local as pessoas nascidas dentro das muralhas são chamadas de "Gralhas", em homenagem a esses pássaros, que ali vivem. Conwy possui, ainda, outros pontos de interesse para visitar. Saídos da antiga vila de Conwy, logo ao longe se avista um importante palácio construído no período isabelino (1576), bem como os famosos, e esplêndidos jardins de Bodnant Garden. Almoço em restaurante/pub local durante as visitas.

Dali regressaremos a Llandudno, onde o descanso e o repasto noturno nos aguardam. Jantar e alojamento no Llandudno Bay Hotel 4**** ou similar.

4º Dia – 30 Maio (3ª feira) – SNOWDONIA| CASTELO DE CAERNARFON | PORTMERION | LLANDUDNO

Pequeno-almoço no hotel.

Nada melhor para respirar a atmosfera da Alta Idade Média galesa do que fazermos um passeio pelas belas e misteriosas terras de Snowdonia. O seu nome inglês deriva de Snowdon, a montanha mais alta do País de Gales, mas a tradição local acredita que o nome galês da região é Eryri (a “morada das águias”), a partir da palavra nativa que designa “águia” (eryr). Porém, dados mais recentes apontam para a palavra latina “oriri” (subir) que parece significar, apenas, “terras altas”. Mas, o termo Eryri remonta a uma passagem de um texto latino conhecido como História Brittonum, escrito no século IX, onde se refere a queda, no século V, do famoso rei Vortigern, personagem das lendas arturianas. Durante a Idade Média os senhores locais como Llywelyn ap Gruffudd, usavam o título de Príncipe de Gales e Senhor de Snowdonia. Ainda tocados pelos gritos das águias de Snowdonia, e pelas memórias do rei Artur e dos seus cavaleiros, a viagem continuará em direção às robustas muralhas da fortaleza de Caernarfon, um dos vários castelos que o rei inglês Eduardo I mandou edificar no País de Gales, e que integrava o seu famoso “anel de ferro”, um conjunto de castelos destinados a controlar e esmagar as constantes rebeliões dos senhores da guerra galeses. O castelo original data do século XI e era uma tradicional “mota” (motte-and-bailey) de madeira sobre um terreno elevado e que vem dos tempos da conquista normanda de Inglaterra depois da batalha de Hastings, em 1066, por Guilherme o conquistador. A fortaleza de pedra que ali está agora data de 1283. A fantástica história do castelo embala-nos para o resto da viagem deste dia, em direção a Portmeirion, uma pequena, mas muito atraente, vila turística, localizada no estuário do rio Dwyryd, e que é muito conhecida pela grande quantidade de séries televisivas que ali se fizeram nos anos 60 e 70. Almoço em restaurante/pub local durante as visitas.

Jantar e alojamento no Llandudno Bay Hotel 4**** ou similar.

5º Dia - 31 Maio (4ª feira) – LLANDUDNO | HARLECH | CASTELO DE HARLECH | BARMOUTH | ABERYSTWYTH | CARMATHEN

Pequeno-almoço no hotel.

De Llanduno, onde pernoitámos mais uma vez, dirigimo-nos logo pela manhã em direção a Harlech, uma excitante comunidade costeira situada em Tremadog Bay (ainda no interior do Parque Natural de Snowdonia) e dominada pelo imponente castelo Harlech, uma das fortalezas erigidas por Eduardo I de Inglaterra, por volta de 1283. A sua história é notável, e entre muitas peripécias e acontecimentos, aqui desvendamos um: foi, nas duas últimas décadas do século XV, o bastião do famoso Henry Tudor.

De Harlech, envolvidos no brutal conflito da famosa “Guerra das Rosas”, a viagem prossegue para Barmouth, outra localidade costeira virada para o agreste mar da Irlanda, e que fica no caminho para Aberystwyth e para a sua prestigiada universidade. E a viagem continua para Carmarthen, aquela que se afirma como a cidade mais antiga do País de Gales, pois ali se diz que ficava uma das fortalezas do mítico druida Merlim, sobranceira ao rio Towy, a 13 km do estuário na baía de Carmarthen. Rodeados por velhas lendas de cavaleiros, mágicos e dragões ali se descansará de mais uma grande etapa. Almoço em restaurante/pub local durante as visitas.

Jantar e alojamento no Ivy Bush Royal Hotel 3*** ou similar.

6º Dia – 01 Junho (5ª feira) - ST. DAVIDS | PALÁCIO E CATEDRAL DE ST. DAVIDS | CASTELO HENLLYS | CARMARTHEN

Retemperados, de certeza, por mais um pequeno almoço galês, a nossa viagem segue em direção a St. Davids, uma bela e antiga localidade do condado de Dyfed onde se visitará, para além da cidade, já assim referida desde o século XII, o seu palácio episcopal e a sua imponente catedral encostada ao rio Alun, e onde descansam as ossadas de St. Davids, o santo padroeiro dos Galeses. Dali, seguiremos para o castelo Henllys, um importante sítio arqueológico, que contém um forte da Idade do Ferro, com um conjunto de casas redondas reconstruídas, que procuram recriar algumas atividades humanas entre os anos 500 a 100 a. C. Nas proximidades deste forte pode observar-se, também, a importante presença romana nesta região. Almoço em restaurante/pub local durante as visitas.

Das ruínas de Henllys seguiremos de volta a Carmarthen, onde, mais uma vez, as memórias de Merlim nos aguardam, e depois do jantar, repousados, é o tempo de escutar velhas estórias, até o sono chegar. Alojamento no Ivy Bush Royal Hotel 3*** ou similar.

7º Dia - 02 Junho (6ª feira) - CARMARTHEN | CARDIFF

Pequeno-almoço no hotel.

Das costas batidas pelo feroz mar da Irlanda, sobrevoado por águias, e para lá das constantes nuvens, talvez por antigos dragões, tomamos pela manhã a estrada que nos leva ao centro deste belo país – Cardiff. Para lá da ativa e vibrante vida urbana aguarda-nos uma velha torre normanda que domina o formoso castelo e toda a cidade. No castelo de Cardiff, ou, nas suas formas portuguesas, de Cardife ou de Cardívio, é um castelo medieval e um palácio neogótico vitoriano, erguido a partir duma torre de menagem normanda construída sobre um forte romano. Localiza-se na cidade de Cardiff, capital do País de Gales. No local onde se ergue a atual fortaleza, suspeita-se da existência, pelo menos, de dois fortes romanos anteriores. O primeiro foi, provavelmente, construído por volta do ano 55 na sequência das guerras contra a poderosa tribo dos Siluros. Entre o final do século II e o início do século III, vários edifícios civis associados a trabalhos em ferro ocuparam o lugar. A vistosa torre de menagem normanda foi erguida num alto forte do tipo motte-and-bailey (mota) e a estrutura que hoje subsiste, foi construída, por volta de 1091, por Robert Fitzhamon, Senhor de Gloucester e conquistador de Glamorgan. Mas a história deste castelo não termina por aqui, muito mais há para descobrir. Almoço em restaurante/pub local durante as visitas.

Jantar e alojamento no Future Inn Cardiff Hotel 3*** ou similar.

8º Dia - 03 Junho (sábado) - ABADIA DE TINTERN | BLAENAVON | CARDIFF

Pequeno-almoço no hotel.

A manhã do oitavo dia vai encontrar os viajantes junto a uma velha e majestosa ruína que sobressai na margem galesa do rio Wye, e que é testemunha da presença dos monges cistercienses nesta região. São as ruínas da abadia de Tintern, fundada no dia 9 de maio de 1131, por ordem de Walter de Clare, Lorde de Chepstow. Foi a primeira fundação da Ordem de Cister em Gales. Do velho e gasto mosteiro seguimos para Blaenavon, cidade do condado de Torfaen, no sudeste do País de Gales, conhecida pela intensa atividade mineira ligada à exploração de carvão.  Almoço em restaurante/pub local durante as visitas.

Jantar e alojamento no Future Inn Cardiff Hotel 3*** ou similar.

9º Dia - 04 Junho (domingo) - CARDIFF | LONDRES | LISBOA

Pequeno-almoço no hotel.

Manhã livre e dependendo da hora de saída de Cardiff para regresso a Lisboa poderemos visitar, com mais tempo, a capital do País de Gales, que é a mais nova da Europa. Foi declarada capital do País de Gales a 20 de dezembro de 1955, e há cerca de um século era o porto de onde era exportado mais carvão para todo o mundo. Hoje, as antigas docas foram transformadas num complexo de restaurantes e de atrações para os visitantes. É aqui que termina a nossa visita a este belo, místico e romântico país, onde passeámos por míticas montanhas, florestas encantadas, vales profundos, rios sinuosos e escondidos pela bruma, onde se escutam ainda os gritos das águias, e, dizem alguns, o som do galope dos cavaleiros do rei Artur, na sua interminável busca pelo Santo Graal. Almoço livre. Em hora a combinar localmente transfer para o aeroporto de Heathrow em Londres.

Após a chegada ao aeroporto, formalidades de embarque em voo TAP direto para Lisboa. Hora prevista de saída 18h45. Chegada a Lisboa pelas 21h25.

 

Fim da viagem
Ver especialista

José Varandas

Historiador

José Manuel Henriques Varandas é natural de Lisboa e Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa onde se doutorou em 2005 com a dissertação: «Bonus Rex» ou «Rex Inutilis». As Periferias e o Centro. Redes de Poder no Reinado de D. Sancho II (1223-1248).
Tem leccionado, desde 1990, na mesma Faculdade as disciplinas de História e Cultura Clássica II, História Medieval de Portugal, História da Cultura Medieval, História Rural Medieval, História Militar da Antiguidade, História da Tecnologia Militar da Antiguidade, História Militar Medieval, História da Marinha, História das Ideias Políticas: Idade Média e Arte Medieval (Geral).
É director do Mestrado Interuniversitário de História Militar, desde 2013.
É subdirector do Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também coordena o Grupo de Investigação de História Militar.
É investigador do Instituto de Estudos Regionais e do Municipalismo «Alexandre Herculano» e do instituto de Estudos Árabes e Islâmicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Integra, como docente, o Mestrado de História Marítima realizado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e a Escola Naval.
Integra, como docente, o Doutoramento em História Marítima realizado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e a Escola Naval.
É académico correspondente da Academia Portuguesa da História e Membro Efectivo da Classe de História Marítima da Academia de Marinha, bem como sócio da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais e da Associação Ibérica de História Militar.
É responsável pelos seminários de Mestrado: História do Municipalismo; Sociedades Guerreiras da Reconquista, Armas e Sociedades: do Mundo Antigo para a Idade Média; Armas e Sociedades: Mundo Clássico, História Marítima (sécs. IV a.C.-XV d.C.), História da Tecnologia Militar, História Militar: teoria, métodos e fontes e Estudos de Arte Medieval.
Tem como áreas de interesse científico/investigação: História Medieval, História Militar, História Rural, História da Marinha, História do Municipalismo, História das Instituições.
Do conjunto de publicações destacam-se a edição dos sete primeiros volumes das Memórias Paroquiais de 1758, Lisboa, Editora Caleidoscópio/Centro de História da Universidade de Lisboa, 2016; D. Sancho II, o Capelo. 1223-1248, Lisboa, Quidnovi / Academia Portuguesa da História, 2009. A edição de A Guerra na Antiguidade (3 volumes), Lisboa, Editora Caleidoscópio/Centro de História da Universidade de Lisboa, 2007 a 2009. Foi coordenador, com Hermenegildo Fernandes, do volume duplo 16/17 da CLIO – Revista do Centro de História da Universidade de Lisboa, Nova Série, nº 16/17, Lisboa, 2008. Foi autor do capítulo: «D. Mecia Lopes de Haro», no II volume da Colecção Rainhas de Portugal, editado pelo Círculo de Leitores em 2012, colecção coordenada por Ana Maria Rodrigues, Manuela Santos Silva e Isabel dos Guimarães Sá. É, também, autor do capítulo: «D. Sancho II, o Capelo. 1223-1248», no Iº volume da História dos Reis de Portugal. Da fundação à perda da independência, coord. de Manuela Mendonça, Lisboa, Academia Portuguesa da História / Quidnovi, 2010, pp. 151-195. Autor do artigo: «Um Papa. Um Rei. Uma Sombra. A deposição de D. Sancho II: a imagem régia entre fragmentos de memória», publicado em CLIO – Revista do Centro de História da Universidade de Lisboa, Nova Série, 16/17, Lisboa, 2007, pp. 155-179, entre outros.

 

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Os Castelos do País de Gales

desde 2950€

por pessoa

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Os Castelos do País de Gales

desde 2950€

por pessoa

  • Preços por pessoa
    Mínimo de 15 participantes
  • Em quanto duplo
    2.950€
  • Suplemento quarto individual
    580€

 

O preço inclui

  • Passagem aérea em classe turística em voo regular da TAP Air Portugal, para percurso Lisboa Manchester - Londres / Lisboa, com direito ao transporte de 23 kgs de bagagem;
  • Acompanhamento do Professor José Varandas (FLUL);
  • Acompanhamento por responsável Novas Fronteiras durante todo o circuito;
  • Hotéis conforme itinerário;
  • Estadia de 8 noites em regime de alojamento e pequeno- almoço;
  • Refeições sem bebidas (8 almoços em restaurante/pub local e 8 jantares nos hotéis) de acordo com o programa;
  • Visitas de acordo com o itinerário;
  • Autocarro de turismo;
  • Guia local de língua espanhola; Taxas hoteleiras, serviços e IVA;
  • Taxas de aeroporto, segurança e combustível no valor aprox.de 129,00€ à data de 19/12/2022 (a reconfirmar e atualizar na altura da emissão dos bilhetes);
  • Seguro Multiviagens Plus 3.

O preço não inclui

  • Extras de caráter particular;
  • Gratificações a guias e motoristas;
  • Bebidas às refeições;
  • Tudo o que não esteja como incluído de forma expressa.

 

NOTA IMPORTANTE:

A presente cotação está sujeita a reconfirmação mediante as disponibilidades de voo e hotéis à data da vossa reserva. Os valores acima apresentados poderão sofrer eventuais alterações em caso de significativas oscilações cambiais e/ou de custos de combustível e/ou eventuais novas taxas, tendo em conta a atual conjuntura internacional